domingo, 5 de julho de 2015

PLANO DE AÇÃO 2015



PLANO DE AÇÃO DA GESTÃO ESCOLAR
2015

TEMA GERAL DA SEC: “EDUCAÇÃO DIVERSIDADE: Múltiplos olhares na perspectiva da Inclusão!”

TEMA DO CEI: Cuidar, Brincar e Educar: Ressignificando a Infância e Resgatando Valores da Escola, Família e Comunidade.


















SUMÁRIO

1. IDENTIFICAÇÃO...................................................................................................03
1.1 Escola..................................................................................................................03
1.2 Endereço.............................................................................................................03
1.3 Modalidades de ensino oferecidas...................................................................03
1.4 Gestores..............................................................................................................03

2. JUSTIFICATIVA.....................................................................................................04

3. DIAGNÓSTICO DO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM.......................10

3.1 Maiores forças da escola..................................................................................10

3.2 Principais fraquezas da escola.........................................................................08

4. PLANO DE AÇÃO DA GESTÃO ESCOLAR........................................................07

5. CRONOGRAMA DE AÇÕES.................................................................................12

6. AVALIAÇÃO DO PLANO......................................................................................15


1 IDENTIFICAÇÃO


1.1 Escola

Centro de Educação Infantil Manoelina Maria de Jesus

1.2 Endereço

Rua Dr. Juvêncio Xavier, s/nº - Bairro Lagoa Grande – Bom Jesus da Lapa - BA

1.3 Modalidades de ensino oferecidas

CRECHE: Maternal II / Maternal III - Integral
PRÉ-ESCOLA: 1º Período / 2º Período

1.4 Gestores

Diretora: Iraci Rosa da Silva Alves
Coordenadora: Deiziane Costa Lopes
Secretária: Elzeni de Jesus Félix



2 JUSTIFICATIVA

O desenvolvimento da identidade e da autonomia está intimamente relacionado com os processos de socialização. Nas interações sociais se dá a ampliação dos laços que as crianças podem estabelecer com as outras crianças e com os adultos, para que o reconhecimento do outro e a constatação das diferenças entre as pessoas sejam valorizadas e aproveitadas para o enriquecimento de si próprias.
Cuidar e educar é impregnar a ação pedagógica de consciência, estabelecendo uma visão integrada do desenvolvimento da criança com base em concepções que respeitem a diversidade, o momento e a realidade peculiares à infância. Desta forma, o educador deve estar em permanente estado de observação e vigilância para que não transforme as ações em rotinas mecanizadas, guiadas por regras.
Cuidar e educar implica reconhecer que o desenvolvimento, a construção dos saberes, a constituição do ser não em momentos e compartimentados. A criança é um ser completo, tendo sua interação social e construção como ser humano permanentemente estabelecido em tempo integral. Cuidar e educar significa compreender que o espaço/tempo em que a criança vive exige seu esforço particular e a mediação dos adultos como forma de proporcionar ambientes que estimulem a curiosidade com consciência e responsabilidade.
Esses dois pilares foram o alicerce da prática pedagógica desenvolvida nessa instituição durante os anos de 2013 e 2014, abordado de forma gradativa, e este ano apesar de já está incluído na rotina da Educação Infantil incluiremos mais intensificamente o terceiro pilar: o BRINCAR, visto que percebemos o desaparecimento desta atividade normal e genuinamente da infância.
Brincar é experimentar-se, relacionar-se, imaginar-se, expressar-se, compreender-se, confrontar-se, é negociar, e se transformar, é de extrema importância no desenvolvimento e aprendizagem (pois facilita a construção da reflexão, da autonomia e da criatividade) na educação infantil. E como sabemos as mudanças da sociedade e das práticas sociais atualmente andam extinguindo o brincar da vida do homem e tais mudanças foram incorporadas à infância, antes brincar era uma coisa que típica hoje é rara, é nossa responsabilidade, enquanto adultos e enquanto sociedade não deixar que o brincar desapareça. Para isso temos que elaborar a organização de tempo e espaços para a brincadeira, pois se não o fizermos a criança não o fará sozinha, temos que colocar a brincadeira na rotina das crianças na escola (no planejamento), organizar o ambiente para que a brincadeira aconteça, brincadeira é o processo de educação da criança e temos que reconhecer o brincar  em toda a sua possibilidade e o seu potencial educativo. É necessário que os educadores infantis realizem um vasto trabalho para informar à sociedade que o “brincar” não é uma perda de tempo, mas um processo pelo qual a criança deve passar.
O papel do professor de educação infantil na brincadeira é essencial na estruturação, na oportunização, na intervenção, na observação, no favorecimento do brincar da criança na escola. A brincadeira é, sem dúvida, uma ação educativa para infância e deve ser considerada com todos os seus atributos na Educação Infantil e sem a participação do professor, ela não encontrará a sua total realização, o educador deve propiciar o brincar todos os dias, em formatos diferenciados e de forma livre ou dirigida, observando e participando.
Mas a realidade é que em muitas escolas de Educação Infantil o ato de brincar não está sendo feito como deveria. Muitos educadores estão preocupados em repassar os conteúdos programáticos em sala de aula e não permitem que as crianças brinquem de forma natural, pois acreditam que a brincadeira e aprendizagem não podem viver o mesmo espaço. Ultimamente, há uma influência da sociedade para que as crianças aprendam cada vez mais cedo os conteúdos pedagógicos. Com isso o tão divertido ato de brincar não tem encontrado espaço na escola como deveria. Muitos professores dirigem os momentos lúdicos a fim de alcançarem determinados objetivos. Desse modo, não permitem às crianças explorarem e criarem sua própria maneira de brincar de forma espontânea.  Assim, as crianças acabam brincando, não pelo prazer e a alegria que o ato lúdico lhes dá, mas para alcançar e cumprir os objetivos e as regras estabelecidas pelo professor. O professor de Educação infantil deve reconhecer o ato de brincar como um recurso pedagógico em sala de aula, com isso terá uma aula mais produtiva, prazerosa, terá a maior participação dos educandos, além de estar respeitando o direito deles.
Nesse enfoque este conjunto de fatores desencadearam algumas indagações como: Como a família das nossas crianças encaram o ato de brincar na Instituição de ensino? Quais brincadeiras marcaram a infância de pais, familiares e comunidade escolar? Quais as possibilidades pedagógicas da brincadeira? Como os professores podem planejar os ambientes de brincadeiras? Como organizar os espaços da Instituição para valorização das brincadeiras? Quais parcerias o CEI pode buscar para efetivação do Brincar na infância?
Tais questionamentos contribuíram para a escolha da temática a ser trabalhada no corrente ano letivo, intitulada: Brincar, Cuidar e Educar - Ressignificando a Infância e Resgatando Valores da Escola, Família e Comunidade, uma vez que houve a constatação de que existe uma necessidade reviver o tempo em que a infância era naturalmente divertida e enriquecedora na formação de valores que acompanhavam a criança por toda a vida adulta.
Nossa ação parte do princípio de que é imprescindível garantir na rotina escolar, tempo, espaço para o brincar, mesmo que não haja quantidade e variedade de materiais disponíveis, visto que o jogo simbólico acontece independentemente desses recursos.
No brincar o jogo de faz de conta a criança age em um mundo imaginário, regido por regras semelhantes ao mundo adulto real, sendo a submissão às regras de comportamento e normas sociais a razão doprazer que ela experimenta no brincar. A criança pode ser preparada desde cedo para o exercício da cidadania. Como esta na Lei 9.131/95. Art 3°: 

[...] As instituições de Educação Infantil devem promover em suas Propostas Pedagógicas praticas de educação e cuidados que possibilitem a integração entre aspectos físicos, emocionais, afetivo cognitivos/linguístico e sociais da criança, entendendo que ela é um ser completo, total e indivisível.

O consultor em educação Infantil, Vital Didonet, afirma que:

[...] cuidar e educar são ações intrínsecas e de responsabilidade da família, dos professores e dos médicos. Todos tem de saber que só se cuida educando e só se educa cuidando.

Na Educação Infantil é possível afirmar que os cuidados estão associados à sobrevivência e ao desenvolvimento da identidade da criança. Quando se cuida se educa, e quando educamos, brincamos. Estas ações são importantes para a formação social, intelectual e psicológica da criança, mas em especial o brincar, reflete mais relevância, pois é inerente do ser humano. Através das brincadeiras, a criança se diverte infantilmente com flexibilidade, com aprendizagens acerca da vida, do mundo, do outro.
Delors apresenta os quatro pilares da educação: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser. E todos estes pontos são facilmente contemplados através do brincar, cuidar e educar na Educação Infantil.
De acordo com as idéias de Frabboni (1998) os jogos constituem a ocasião própria para a socialização e aprendizagem. A ideia de que se aprende brincando e brincando se aprende está diretamente ligada a Educação Infantil.
A criação de espaços e tempos para os jogos e brincadeiras é uma das tarefas mais importantes do professor da Educação infantil. Cabe a eles a organização dos espaços de modo a permitir as diferentes formas de brincadeiras e criar o sentido de respeito entre elas para que uma brincadeira mais sedentária não seja atrapalhada por uma brincadeira que exige mais movimentação. O brincar permite ao educador diagnosticar o estágio de desenvolvimento da criança.
Rubens Alves diz que o ato de brincar tem que ser desafiador, criar alguma dificuldade, por mais simples que a brincadeira seja. É através do brincar que as crianças são motivadas a pensar de maneira autônoma, desenvolvendo a confiança nas próprias capacidades e expressando-se com autenticidade.  A brincadeira favorece a autoestima das crianças, auxiliando-as a superar progressivamente suas aquisições de forma criativa (RCNEI, 2001).
Forest & Weiss(2003) explicam que devem ser incorporadas de modo integrado as funções de educar e cuidar com qualidade advinda de estudo, dedicação, cooperação e cumplicidade de todos os envolvidos, buscado-se entender e valorizar o que cada criança pensa e sente; o que sabe sobre si e sobre o mundo.
As situações de educar remetem situações de cuidado, auxiliando o desenvolvimento das capacidades cognitivas infantis, bem como das potencialidades afetivas, emocionais, sociais, corporais, estéticas e éticas. A brincadeira favorece o desenvolvimento individual da criança, ajuda a aprender as normas sociais e aprofunda o conhecimento sobre as dimensões da vida social. O brincar é importante para aprendizagem experiencial, permitindo, através do lúdico, vivenciar a aprendizagem como processo social.
No trabalho pedagógico com as crianças pequenas, o objetivo para a Educação Infantil de qualidade deve perpassar todas as ações realizadas entre o educar, o cuidar e o brincar, contemplando a construção da sociabilidade, da identidade e da autonomia e dos vínculos necessários para a participação em brincadeiras.
Na educação Infantil é necessário que os professores considerem e compreendam as dimensões afetivas e relacionais existentes na indissociabilidade do educar-cuidar e brincar, bem como o respeito à individualidade e singularidade de cada criança. Pois a valorização da afetividade é tão importante na Educação Infantil quanto os cuidados básicos como alimentação e higiene.
Dessa forma, na instituição de Educação Infantil a criança tem com a oportunidade de se tornar cada vez mais independente, segura e capaz de construir sua autonomia através de decisões e iniciativas pertinentes a sua idade. Nesse contexto, ao conviver com outras crianças e adultos, ela aprende lidar com frustrações e limites, expor o que pensa sente e a definir suas preferências, fortalecendo sua autoestima, o respeito por si e pelos outros.

3 DIAGNÓSTICO DO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM

3.1 Maiores Forças da Escola

            O CEI Manoelina Maria de Jesus conseguiu neste ano fortalecer a parceria com a Universidade do Estado da Bahia inaugurando e desenvolvendo atividades no espaço educativo denominado LUDOTECA. A sala funcionava dois dias da semana atendendo quase todas as turmas do CEI, como monitoria de bolsistas do PIBID. No espaço ocorreu ainda a realização de oficinas com todas as crianças do CEI, coordenado pelas Professoras da UNEB e contando ainda com a participação de outros discentes não inclusos no PIBID. As oficinas trouxeram uma visibilidade maior ao trabalho pedagógico desenvolvido por esta instituição e a permanência direta de 10 (dez) bolsistas do PIBID nas turmas de I e II Períodos possibilitou a articulação de propostas relevantes para a Educação Infantil, todas em consonância com o Projeto desenvolvido no bimestre.

3.1 Principais Fraquezas da Escola

            A instituição como as demais de Educação Infantil do pais não possui recursos financeiros suficientes para suprir as necessidades reais dessa modalidade de ensino, pois apesar da gama de programas do Governo Federal destinados à Educação, há uma lacuna no que diz respeito aos Centros de Educação Infantil. Propor uma ação dessa natureza onde há a aquisição de muitos recursos visa mover toda comunidade escolar para que adquiri-los.


5. CRONOGRAMA DE AÇÕES

MÊS
DATA
AÇÃO

FEVEREIRO
23
I Encontro do grupo escolar - EGE
24,26 e  27
Jornada Pedagógica nas escolas
27
Reunião de Abertura do ano letivo com pais

MARÇO
02
- Início das aulas e semana de adaptação

17
- Início do Projeto do Primeiro Bimestre
23 à 27

- Fotografar as crianças para montagem da árvore de compromissos
28
- I Encontro do Grupo Escolar (Eleição do Conselho)

ABRIL
10
- Comemoração da Páscoa
20

- Café da Manhã Indígena

24
I Atividade coletiva do Plano de Ação - 2015

MAIO
08
Culminância do Projeto do Bimestre
11 a 15
Semana da mamãe (Acolhida e premiação)
15
Plantão Pedagógico do I Bimestre
18
Início do Projeto do 2º Bimestre
30
Comemoração do dia das mães


JUNHO
05
II Caminhada Ecológica
03
Noiteiros da 1ª Noite do Novenário para Festa de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
13
II Atividade coletiva do Plano de Ação - 2015




JULHO
01
Elaboração de Relatório Pedagógico do semestre
04
Comemoração dos Festejos Juninos
17
Culminância do Projeto do II Bimestre
20 a 24
Semana das Avós
27
Início do Projeto do III Bimestre
31
Plantão Pedagógico do II Bimestre



AGOSTO
1 a 09
Recesso Romaria
10
Recepção de retorno às aulas
10a 14
Semana da readaptação
15
Comemoração do dia dos pais
24 à 28
Semana de mobilização: “Salve Bom Jesus da Lapa, a 1ª Maravilha do Brasil”.
31
Aniversário da cidade


SETEMBRO
01 à 04
Semana da Pátria
06
Desfile Cívico (Educação Infantil e EF I)
07
Desfile Cívico (Ensino Fundamental II)



OUTUBRO

02
Culminância do Projeto do III Bimestre
17
Comemoração do dia da criança
13
Início do Projeto do IV Bimestre
23
Plantão Pedagógico do III Bimestre
31
Comemoração do dia do Funcionário Público

NOVEMBRO
06
Reunião com os pais dos alunos do 2º Período para tratar sobre a Formatura
16 à 20
Semana da Consciência Negra



DEZEMBRO
18
Plantão Pedagógico do IV Bimestre
19
Formatura do 2º Período
15 à 19
Elaboração de Relatório Pedagógico do 2º semestre
20
Confraternização de funcionários

6. AVALIAÇÃO DO PLANO


            A avaliação é parte essencial de todo e qualquer processo, pois é através dela que verificamos nossos progressos e elaboramos intervenções nos pontos necessários. Este processo se dará gradativamente ao longo do processo, através de instrumentos como questionários e discussão direta com toda comunidade escolar. Os encontros de Grupo Escolar – EGE, fará um feedback das ações desenvolvidas durante o bimestre, enumerando os pontos positivos e negativos e propondo mudanças ou alterações do plano original. Nas reuniões com os pais também será feito esta avaliação utilizando do discurso direto e de sugestões escritas. Elaboraremos um relatório pedagógico com os registros do desenvolvimento de cada ação Tudo isso, auxiliará no sucesso das ações aqui planejadas.



7. REFERÊNCIAS

CUNHA, Nylse Helena da Silva. Brinquedoteca um mergulho no brincar. 4.ed. São Paulo: ed. Aquariana, 2010.

CARVALHO, Marlene. Alfabetizar e letrar: um dialogo entre a teoria e a pratica 5. ed. Petrópolis: Vozes, 2008.

HENRI, Wallon, A evolução psicológica da criança. São Paulo: ed. Martins Fontes, 2010.

MALUF, Angela Cristina Munhoz: Atividades lúdicas para educação infantil: conceito, orientações e praticas. 2. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.

VIGOTSKY, LS, A formação social da mente. São Paulo: ed. Martins Fontes, 2010.

ZIRALDO, Alves Pinto, Uma professora muito maluquinha, São Paulo, ed. Melhoramentos, 2003.




4. PLANO DE AÇÃO DA GESTÃO ESCOLAR

PROBLEMAS:
- Desaparecimento das brincadeiras infantis coletivas tradicionais;
- Há falta de conhecimento da comunidade escolar (pais, familiares, funcionários) sobre a importância do brincar;
- Mal uso do espaço da brinquedoteca;
- Quantidade insuficiente de brinquedos de uso coletivo;
- Há falta de espaço de brinquedos nas salas de aula;
- Rotina da recreação está desarticulada;


OBJETIVOS:
- Resgatar as brincadeiras infantis tradicionais;
- Discutir a importância do brincar na infância para o fortalecimento dos valores adquiridos nessa fase da vida;
- Estabelecer novos meios de utilização da brinquedoteca;
- Adquirir brinquedos de uso coletivo com recursos do Brasil Carinhoso;
- Criar os espaços de brincadeiras nas salas de aula;
- Refazer as rotinas de forma que ofereça o momento de recreação adequado à idade;

METAS:
- Resgatar 100% das brincadeiras infantis tradicionais;
- Discutir com 80% dos participantes da comunidades escolar sobre a importância do brincar;
- Garantir o uso correto do espaço da brinquedoteca;
- Garantir que os brinquedos supram a quantidade de crianças do CEI;
- Criar espaços de brincadeiras em 100% das turmas;
- Garantir que 100% das turmas tenham 30 minutos de recreação dirigida;



CAUSAS

FATORES QUE DIFICULTAM A RESOLUÇÃO
FATORES QUE FAVORECEM A RESOLUÇÃO

COMO RESOLVER


- Desaparecimento das brincadeiras infantis coletivas tradicionais;
- Há falta de conhecimento da comunidade escolar (pais, familiares, funcionários) sobre a importância do brincar;
- Mal uso do espaço da brinquedoteca;
- Quantidade insuficiente de brinquedos de uso coletivo;
- Há falta de espaço de brinquedos nas salas de aula;
- Rotina da recreação está desarticulada;


- As famílias não incentivam momentos de brincadeiras infantis tradicionais;
- Muitos envolvidos na Educação Infantil estão preocupados somente com os conteúdos programáticos;
- Falta de um funcionário com disponibilidade para acompanhar as atividades desenvolvidas na brinquedoteca;
- Recursos do PDDE / Manutenção insuficiente para atender as demandas da E.I;
- Uso das salas de algumas turmas diferenciadas;
- Quantidade de espaços de recreação insuficientes para a quantidade de turmas do matutino.

- Possibilidade de convidar os pais para reviver as brincadeiras que marcaram sua infância;
- Compromisso da equipe da gestão em oferecer espaços de discussão com especialistas sobre a importância do brincar;
- Compromisso da gestão na reorganização da brinquedoteca;
- Parceria entre os gestores dos demais CEIs na busca de solução de problemas;
- Disponibilidade e envolvimento da comunidade escolar;
- Possibilidade de inclusão das atividades e oficinas da LUDOTECA.

- Promover a participação dos pais na atividade anual da família: “tempos de brincar”, onde os mesmos realizarão ou confeccionarão com a turma um brinquedo ou brincadeira;
- Discutir em encontros com a comunidade escolar, com orientação das parceiras da UNEB sobre a importância do brincar;
- Reorganizar a brinquedoteca definindo e ornamentando novos espaços e elegendo um funcionário para ficar responsável pelo espaço;
- Mobilizar os demais gestores dos Centros de Educação Infantil para busca de aquisição de brinquedos coletivos junto a Prefeitura Municipal através de recursos do Brasil Carinhoso;
- Fazer campanha de doação de brinquedos para montagem do cantinho de brinquedos em cada turma, reforçando com os professores a necessidade de manutenção dos mesmos;
- Refazer as rotinas incluindo atividades no espaço da LUDOTECA para todas as turmas do CEI.

4.1 DETALHAMENTO DO PLANO DE AÇÃO

ESTRATÉGIA
(como fazer)

AÇÃO
(o que fazer)

RESPONSÁVEL (Quem)

Recursos (quem custeará)


Cronograma (mês/ano)

- Organizar as salas com o tema brinquedo;
- Enumerar as brincadeiras mais marcantes da infância dos pais e responsáveis das crianças do CEI Manoelina Maria de Jesus;

- Oferecer um ambiente que valorize um brinquedo infantil, mostrando a importância que é cultivar a infância;
- Dividir a participação dos pais num momento das aulas: “tempo de brincar”, onde resgatarão as brincadeiras que marcaram sua infância;
- Equipe de gestão e professores
- Pais e Comunidade.
- Recursos do PDDE

- Março

- Anual


- Organizar encontros com pais e comunidade escolar;
- Estudar conjuntamente as contribuição para a formação de valores e atitudes que atividades lúdicas proporcionam para as crianças;
- Equipe Escolar,
- Pais e responsáveis;
- PIBID
- Recursos do PDDE
- PIBID
- Durante todo o ano letivo;

- Reorganizar o espaço da brinquedoteca;
- Planejar a junção da videoteca com a brinquedoteca, incluindo um espaço da imaginação com um teatrinho. Eleger um funcionário para ficar responsável pela manutenção do espaço;

- Equipe de gestão
- Professores


- Recursos do PDDE


- Fevereiro

- Adquirir brinquedos para o uso coletivo;


- Mobilizar em conjunto com os demais gestores de CEIs junto à Prefeitura Municipal a aquisição de brinquedos coletivos para as instituição através de recursos do Programa Brasil carinhoso;

- Equipe de gestão, professores e pais e/ou responsáveis
- Recursos do Brasil Carinhoso

- Março
- Criar e implementar os cantinhos dos brinquedos nas salas;

- Promover campanha de doação de brinquedos para elaboração dos cantinhos de brinquedos em cada sala do CEI.
- Equipe escolar
- Secretaria de Assistência Social;
- Secretaria de Educação.
- Comércio local

- Durante todo ano letivo.

- Refazer as rotinas do CEI
- Articular junto aos monitores do PIBIB atuantes na Ludoteca a possibilidade de inclusão de todas as turmas nas oficinas do espaço. Otimizar o tempo de recreação livre e dirigida das crianças,
- Equipe de gestão e professores.
- PIBID
- Recursos do PDDE
- Recursos do PIBID

- Março de 2015



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